O vinil não morreu! Análise ao gira-discos Sony PS-LX310BT



O saudosismo é a palavra de ordem. 

Se há estratégia de mercado que vende esta é, sem dúvida, a que vai de encontro à compra emocional. A nostalgia de outrora, o sentimento que muitas vezes temos ao ver uma foto antiga, um livro que já lemos, um filme que já vimos ou algo que já nos fez feliz no passado. É com estas sensações que lidámos quando desembrulhamos um vinil daquela banda que já nos fez tão felizes, o colocamos na base de alumínio fundido do Sony PS-LX310BT, fechamos a tampa para cortar qualquer possível ressonância e relaxamos. 

Tivemos a oportunidade de experimentar este gira-discos da Sony que, por uma quantia que ronda os 200€ dependendo do ponto de venda, nos transforma uma das formas de reprodução de música mais queridas pelos audiófilos num equipamento 100% compatível com as tecnologias que hoje usamos no nosso dia-a-dia. Com este twist - o Bluetooth - conseguimos emparelhar este gira-discos com os mais diversos soundbars, conjuntos stereo, smart speakers ou até mesmo auscultadores preparados com cancelamento de ruído activo. A panóplia de maneiras disponíveis para ouvir os nossos vinils favoritos é, sem dúvida, o estandarte deste equipamento.



Com este modelo, podemos ouvir vinils tanto de 7 como de 12 polegadas e usufruir de velocidades de 45 rotações por minuto, ou  33 rotações por minuto para os nossos LPs. O corpo do equipamento é em plástico, sendo esse o compromisso para ter um mecanismo de reprodução irrepreensível. É ainda possível variar o ganho do pré-amplificador, sendo desnecessária a utilização de equipamento externo para a reprodução sem fios.

Podemos ainda utilizar a ligação RCA já incorporada no gira-discos para expandir a qualidade do hardware, recorrendo a amplificadores externos e conjuntos musicais mais elaborados. Nesta análise focamos na vertente wireless em virtude de uma análise que contemple a versatilidade oferecida pela integração do bluetooth.

Existe também uma vertente deste equipamento que permite a ligação, através de USB do tipo B, a um computador para gravar as faixas das nossas extensas colecções em MP3, o que adiciona toda uma nova razão para aquisição deste equipamento.

Em suma, estamos a falar de um gira-discos que ganha muito por adaptar conceitos já estabelecidos às tecnologias dominantes no mercado wireless. Fica aqui um breve vídeo sobre o dispositivo:



0 comentários: